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18/11/2011 - Concursos - levelup

Concurso de Ilustrações: sua chance de ter sua arte publicada!

Os vencedores do Grande Concurso de Fanfics Level Up! foram anunciados, e seus contos farão parte do primeiro Pocket Book Level Up!, uma obra literária que trará as 10 histórias ambientadas nos universos de nossos principais sucessos. Entretanto, como dizem, uma boa história não está completa sem uma capa à altura. Por isso, agora damos início a 2ª etapa de criação do livro: o Concurso de Ilustrações das Fanfics!

Esta é sua chance de ter uma ilustração sua publicada nesta edição histórica. Ao todo serão 10 artes vencedoras – representando cada conto do Pocket Book – que servirão de abertura e trarão ao leitor uma experiência ainda mais profunda. Para garantir que as obras combinem com os contos, os dez autores vencedores das Fanfics ajudarão a escolher as ilustrações de suas respectivas histórias. Cada vencedor poderá* ter sua ilustração publicada no Pocket Book, receberá R$ 75 em CASH para seu jogo favorito, além de outros brindes.

*Atenção: se julgar necessário, a Level Up! se reserva o direito de não escolher vencedores caso nenhuma das artes atinja a qualidade esperada. A publicação está sujeita à aprovação da desenvolvedora, que tem o poder de veto caso considere a imagem inapropriada. Caso ela não aprove a veiculação da imagem escolhida como vencedora pelo júri da Level Up!, a mesma não será publicada no livro, mas fará jus aos prêmios como campeã.

Confira os Teasers das histórias vencedoras para se inspirar:

Grand Chase

História 1: Companheiro do Vale do Juramento, por Aline Esteves


Ele voou e pairou no ar, bem sobre a fissura profunda. Usava a força das asas para sacudir-se com todo vigor, mas as mãos da menina se agarravam firmes ao seu corpo, mesmo que seus dedos doessem, sangrassem com a violência, e os cabelos roxos esvoaçassem para todos os lados.
As garras do Rei Drillmon finalmente encontraram o que procuravam, e num aperto sufocante, a criatura segurou a Maga e a atirou ao fundo do vale. Em meio ao choque da dor, os olhos da garota notaram de relance o vulto azul. Seria alguém ou apenas sua imaginação?
-Raio Paralisante!
Tudo parou, de repente, como se o tempo tivesse deixado de caminhar. Envolvendo seu corpo estavam dois círculos purpúreos que a mantinham suspensa – a salvo? Apenas agora percebia que segurava a respiração. Ainda que assustada, não perderia a chance. Agarrou seu cetro com mais força. Junto com sua respiração, deixou que as palavras fluíssem.
-Impacto Atordoante!
O monstro corpulento fritou, caindo no vazio do desfiladeiro.

História 2: Sieghart, o herói imortal, por Bruno Silvano

Sieghart recusava-se a acreditar em seus olhos.
- Ora, parece que está vendo um fantasma. – o brilho de deleite em seus olhos e o sorriso malicioso, quase perverso, estavam estampados em seu rosto, exatamente como em suas lembranças.
- Você realmente sabe o que está fazendo? – A voz traía sua frieza, e deixava transparecer a irritação que explodia em seu peito. – Consegue entender a destruição que está causando? Onde está a Cazeaje que eu conheci? Para onde foi a garota pura e cintilante que me mostrou o sentido de amar todas as vidas... Que me ensinou o que é amor?
- Aquela menina simplória e sem graça? – Uma gargalhada maldosa, cheia de escárnio, se seguiu após o suspiro de desdém – Uma pena, ela nunca existiu. Este é meu verdadeiro eu, o real reflexo de meu coração. Por quanto tempo tentei negar, reprimir meu espírito dizendo que “aquela” era a verdadeira , e não eu? Chega, não preciso mais disso. Posso finalmente ser livre.
- Livre... Mas a que custo?
- Que importa? Farei o que eu bem quiser e como entender, sem me submeter às vontades e desejos dos humanos. E destruirei todos aqueles que se opuserem a mim. Inclusive você, meu adorado Sieghart.
As últimas palavras carregavam certa doçura, mas em suas mãos erguidas, fagulhas vindas de todos os lados se condensavam, brincando entre seus dedos, dando origem a uma imensa bola de energia – um pequeno sol em miniatura.

Perfect World


História 1: Gênese – Alado, por Roger Baldez

Estava tudo calmo como sempre. Alguns visitantes, algumas conversas jogadas fora. Chá, música, tranquilidade e noite. Tudo estranha e absurdamente calmo. Era uma noite quente.
Foi então que começou.
Segundos passaram como horas. Senti como se o espaço e o tempo já não fossem mais os mesmos; como se a rachadura absoluta feita pelo machado do Deus primordial estivesse cicatrizando, céu e terra se unindo e tudo se distorcendo. Senti como se o tempo estivesse desaparecendo.
Pensei em meus amigos e nas alianças de outras raças. Como estavam? O xamã dos Selvagens devia estar chorando pela natureza que, juntamente com ele, morria. Os abissais deviam temer a água que lhes foi mãe e que agora fervia. E a cólera dos homens, agora, já não lhes servia de nada ante a uma ira ainda maior. Eram certas coisas que nunca imaginei: a fúria dos homens, calada; o amor dos abissais, rejeitado; a natureza, morta; e a luz dos alados, ineficaz.
A lua se pusera às avessas, o chão tremia como se suas entranhas fossem rasgadas por ferro branco, e lutava como um animal cercado de predadores, com medo e ódio. O céu aparentava fragilidade, pronto a cair a qualquer momento, ou estourar feito bolha d’água. O vento corria com ímpeto mundo adentro e gritava para aqueles que conseguiam ouvi-lo. Tornava-se correntes que se trançavam e se desprendiam como se sentissem dor. Era o fim.

História 2: A antiga Pangeia - O passado esquecido de Pan Gu, por Gabriel Guelfi

A onda de guerreiros maltrapilhos, sem equipamentos e com armamento precário, partiu em fúria contra o castelo. Poucos entendiam como haviam deixado o medo e a relutância de lado, e apenas sentiam que a voz grave que ribombava nas redondezas, levada pelos ventos, inspirava segurança e imensa coragem.
Os homens avançaram em carga na direção ao castelo em chamas. O fogo deixou de arder-lhes os olhos, seu calor não os feria e não havia mais medo entre os homens. Somente quando os mensageiros foram ultrapassados, perceberam que os guerreiros, homens e feras, haviam se tornado um único ser, uma única alma. Sacerdotes agora eram senhores da magia que pareciam deslizar sobre o gramado, evocando os quatro elementos primordiais do universo, enquanto passavam em meio a senhores da guerra que carregavam belas espadas do mais reluzente metal, todos vestindo armaduras, túnicas e adereços que faziam de cada homem um semideus.
Ao atravessarem as colunas em chamas, os guerreiros imbuídos com a coragem e a luz em suas almas se depararam com criaturas que cambaleavam, agonizantes e enegrecidas pelo fogo. Eram os bárbaros e selvagens desgarrados, os sem-almas, que avançaram negligentemente em direção ao exército luminoso. Poucas chances tiveram as criaturas, que eram atravessadas por flechas fulgurantes que singravam o vento, cada uma seguindo seu caminho, mortal e meteórico.

Combat Arms

História 1: Os Especialistas, por José Augusto Pereira

- Vocês... Arf... Vocês  estão loucas... Mesmo que digam estar lutando por um mundo melhor, nada justifica um genocídio nessas proporções.
- Pena que você não compreende. Desculpe, irmãozinho, mas é hora de dizer adeus.
Viper puxou o gatilho e disparou uma última vez. Punho firme, olhos fixos, quase num ato de misericórdia. Não desviou o olhar, não pestanejou, nem se arrependeu. Ela foi treinada para isso, afinal.
- Gostaria de um tempo a sós. Não me entenda mal, mas precisamos nos livrar do corpo. E acho que devo ao menos isso a ele.
- Compreendo – disse a agente veterana. Mesmo que sua voz não traísse sua surpresa, Maxine havia se impressionado com a frieza com que Viper executou Scorpion, sangue de seu sangue. Aquela garota havia mudado muito em relação à menina insegura com seu próprio talento a quem treinou anos atrás.

História 2: Vidas em Guerra , por Gustavo Belezino

Fomos para a base do elevador enquanto os outros soldados ficaram na cabine do laboratório. Mal sabíamos que isso se provaria um erro fatal: não demorou para que os zumbis furassem o cerco e infectasse um dos soldados. A partir daí, foi um efeito dominó, e todos os demais tiveram o mesmo destino. Sem ter para onde retornar, corremos.
-Alice, é melhor corrermos ou seremos os próximos!
Entramos por um duto de ventilação, o caminho mais improvável para encontrarmos as criaturas. Lenta e cuidadosamente, tomando cuidado para evitar o mínimo dos ruídos, atravessamos o laboratório. Na saída, dois infectados nos surpreenderam após uma curva.
- Granada! ABAIXA!
Um estrondo abalou todo o local, mas deu fim rápido aos soldados. Entretanto, não tardaria para os outros zumbis perceberem a direção do barulho e virem em seu encalço. O jeito era continuar pelos corredores.

Ragnarök Online

História 1: Relatório Lírico à Realeza, de Adriano Melo


É a terceira Morroc que avisto na mesma manhã. Minha visão acostumou-se de tal forma às miragens que passou a afetar os demais sentidos: o suposto frescor da cidade-oásis arrepia os pelos da minha nuca e molha minha boca ressequida. Também a música do bandolim que continua a me acompanhar, vinda de algum cemitério de cordas, une-se ao som dos mercadores de produtos dourados e compõe uma canção inebriante. Percorrendo as ruas repletas de nômades, ladrões e comerciantes, desconfio de que alguma das incontáveis Morrocs que atravessei ao longo do deserto fosse real, entretanto não há como julgar a veracidade da cidade à luz do dia. A Morroc real só se revela ao cair o sol, quando todas as cidades-miragem se apagam e resta apenas, no centro da escuridão, um único aglomerado de luzes cintilantes que o viajante, ao avistar ao longe e sem conseguir distinguir céu e chão, tenta ligar traçando linhas invisíveis no intuito de descobrir a qual constelação pertence à cidade feita de estrelas.

História 2: O Velho Kaije, por Jefferson de Paula

Ele viu o corpo de sua noiva.
Pegou-a no colo. Sempre achou que haveria tempo para dizer adeus, mas não foi assim. Em seus braços, a mulher que amava partiu sem um adeus. Olhou o chão e havia vários rostos de crianças. Noviços. Aprendizes, muitos que vira nascer e crescer. Todos mortos numa crueldade sem tamanho.
Ele chorava, seu peito parecia partir em dois de tanta dor. Com as botas molhadas pelo sangue dos inocentes, Kaije andou pelo corredor da catedral. Ele sempre fora assim tão longo, tão imenso? Talvez. Com um chute escancarou as portas da Igreja e, com sua amada no colo, o paladino gritou a plenos pulmões:
- Sacrilégio! Sacrilégio!

Allods Online

Legião dos Herdeiros , por Bruno Gabrielli

A casa era aquela. Touruk apertou no braço as tiras de couro do broquel de adamantita que encontrou jogado à porta, e saltou pela janela, rolando entre os estilhaços. Em outro canto, Monih esgueirava-se pela parede, correndo a passadas rápidas e sorrateiras, para pegar a besta presa no suporte. Apesar do medo que ouriçava todo o meu pelo, meus olhos percorreram a sala atrás de algo para ajudar. Agarrei a espada sobre a cadeira, no segundo em que Tourok atravessava a porta, se escondendo atrás do broquel , em direção ao Arisen, cujas mãos brilhavam em chamas e o corpo era cercado por pequenas fagulhas. 
Tourok investiu. O mago imperial imprimiu um sorriso sinistro, que continuou ali quando saltei por de trás de meu irmão, com a espada em punho e girando no ar, desferindo cinco golpes antes de cair no chão. Nada o atingia.
- As barreiras... Destrua as barreiras... – agonizou um de meus primos, chamuscado, ainda fumegante, caído próximo à lareira.
No momento seguinte, o mago impiedoso disparou uma rajada de fogo pelas mãos. Aquele projetil de morte escaldante vinha direto em nossa direção, não havia escapatória. Foi quando meu colar brilhou e ardeu como em chamas – assim como os anéis de Tourok e os brincos de Monih. E como num passe de mágica – mágica! –, o raio se dissipou no ar. Monih já estava mirando, e seu tiro acertou Arisen em cheio, bem no peito, fazendo-o cambalear para trás. Isso bastou para acender nossos corações. Nosso grito foi como o de ietes enfurecidos. Fizemos chover ataques sobre ele, tanto que o “pobre” mago conseguia identificar de onde vinham. Éramos um só, atacávamos em uníssono, cada golpe fazendo-o recuar um passo. Seu cajado caiu primeiro, pouco antes do corpo esguio e pálido desabar. E mal acreditávamos no que acabávamos de fazer.

Lunia

As Desventuras de uma Eschenbach, por Renan Polachini

A pobre Eschenbach, depois de tempos sofrendo, implorou por misericórdia a Diablo, convencendo-o de que aquela ninfa de grande poder poderia ajudá-lo em sua tarefa de conquistar Lunia. Desta forma, acabou aceitando o pedido sob a condição de que ela se tornasse o seu demônio feminino da música. Percebendo não haver outra saída, Kali afirmou que aceitaria caso ele prometesse cessar todo aquele pandemônio. A entidade maligna refletiu longamente. Era uma oferta difícil de aceitar, mas tê-la em suas fileiras seria muito mais vantajoso.
Com um sorriso maléfico, aceitou a proposta e selou o contrato jogando uma maldição sobre Kali, que transformou a jovem ninfa Eschenbach em uma criatura das sombras. Para assegurar que seus propósitos seriam cumpridos, ainda adicionou um toque nefasto: apagou toda a sua memória. Isso fez com que suas irmãs ninfas, em volta, chorassem o destino cruel da brava garota.
O demônio recém-nascido ergueu-se como uma folha em branco, sabendo apenas que Diablo era seu mestre. Vendo as ninfas chorando em todo o seu redor, perguntou o porquê de tanta tristeza. Sorrindo, disse que as garotas a consideravam uma criatura horrível, e que deveriam pagar por esta desfeita. Assim, sem se lembrar de nada, Kali destruiu a todas no local, e passou a caçar as ninfas que um dia foram suas irmãs...

Como participar

Antes de tudo, leia nosso Regulamento Geral para concursos e siga as suas diretrizes. Então, crie uma arte bem criativa baseada em um dos contos vencedores, de acordo com seu título e teasers encontrados nesta notícia. A arte deve possuir 300 DPI e estar salva em extensão JPG. Envie com o assunto “Concurso de Ilustração das Fanfics” para o e-mail moderacao@levelupgames.com.br, até as 23h59 de 16/12 com os seguintes dados:

- Arquivo anexado da ilustração;
- Nome do conto para o qual a ilustração foi feita;
- Seu nome completo;
- Sua idade;
- Endereço completo (incluindo o estado);
- Telefone (com DDD);
- Jogo no qual deseja receber a premiação e, caso precise, o servidor;
- Login do jogo no qual deseja receber a premiação;

Atenção: O arquivo da imagem deve ser salvo com o nome “<SEU NOME COMPLETO>.jpg”, substituindo a parte "<seu nome completo>" pelo seu.

Regras especiais

- Somente um desenho pode ser enviado por e-mail.
- Somente um desenho por autor será escolhido.
- O tamanho da imagem não deve ultrapassar 2 MB.
- Não serão aceitos desenhos prontos retirados de outros sites.
- Desenhos que contenham qualquer tipo de conteúdo impróprio ou odioso serão desclassificados.
- Dentre todos os desenhos recebidos durante o período de inscrição, um júri formado por funcionários da Level Up! será o responsável por eleger os melhores, que serão enviados aos autores das Fanfics para escolha. Os vencedores serão enviados às desenvolvedoras para a aprovação final de publicação.
- Serão avaliadas a criatividade, qualidade e relação com a história. Os vencedores serão anunciados em 23/12. Solte sua criatividade e empenhe-se para se tornar um artista famoso!

Prêmios


Cada um dos 10 vencedores do Concurso receberá os seguintes prêmios:

- Terá sua ilustração incluída no 1º Pocket Book Level Up! - conforme autorização das desenvolvedoras - que será publicado em todo o Brasil.
- Receberá R$ 75 em créditos online do jogo relacionado à sua história + prêmios que serão divulgados futuramente.

O Livro


Após o processo de aprovação final das desenvolvedoras, a Level Up! produzirá a primeira edição do Pocket Book contendo as obras (literárias e artísticas) vencedoras autorizadas pelas desenvolvedoras a serem publicadas. A data de lançamento, bem como todas as demais atividades relacionadas ao processo de disponibilização do livro, será divulgada futuramente.

Este concurso visa estimular o talento dos muitos artistas anônimos que existem dentro de nossa enorme comunidade de jogadores e, em virtude disso, no caso de haver lucro com as vendas do livro, o mesmo será revertido para uma instituição de caridade/beneficente, a ser divulgada futuramente.

Aproveite esta grande oportunidade! Pode ser sua chance de começar uma carreira de sucesso como ilustrador, ou mesmo de deixar sua obra eternizada para todos os outros fãs do seu jogo favorito!

Equipe Level Up!

Sombra